A- A A+

Museu do Amanhã vai abordar crise de refugiados em programação para 2017

Desafios de pessoas que fogem da guerra e violações dos direitos humanos serão tema de eventos do centro cultural, que firmou parceria com a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) para abordar crise de refugiados em sua programação.

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) no Brasil firmou em outubro (27) uma parceria com o Museu do Amanhã, centro cultural da zona portuária do Rio, para colocar a pauta dos deslocados forçados na agenda da instituição em 2017. Exposições, seminários e debates vão abordar os desafios de refugiados.

“O Museu do Amanhã é um museu único no mundo, um lugar onde podemos refletir sobre quais são as consequências dos nossos atos e sobre a realidade das pessoas que foram forçadas a deixar as suas casas contra sua própria escolha”, afirmou a representante do ACNUR no Brasil, Isabel Marquez, logo após visita guiada ao centro cultural com os responsáveis pela programação e curadoria.

A primeira iniciativa conjunta do organismo das Nações Unidas e do Museu foi um seminário em junho, por ocasião do Dia Mundial do Refugiado. O evento levou para o público carioca a experiência de diferentes pessoas refugiadas e abordou temas como moradia, discriminação, educação e integração ao Brasil. No país, já são mais de 9 mil estrangeiros reconhecidos pelas autoridades como refugiados.

“Essa agenda dos refugiados trazida para o Museu do Amanhã talvez tenha sido a mais emocionante pela reação dos próprios refugiados, da troca que aconteceu e do aprendizado que recebemos deles. Gostaríamos de levar esta mensagem para frente em todos os nossos eventos porque ser refugiado é uma condição que não foi escolhida”, disse o diretor-geral da instituição cultural, Ricardo Piquet.

Entre outros projetos já realizados no Museu do Amanhã que abordam a temática do refúgio, está a montagem da exposição “Horizontes Possíveis – Arte como Refúgio”, que apresentou obras de quatro artistas vindos da República Democrática do Congo e da Síria.

Outras atividades incluíram a participação de deslocados forçados nas feiras multicultural e gastronômica da Praça Mauá, local que se tornou referência para turistas e moradores da capital fluminense.

O ACNUR e o Museu consideram que um futuro de solidariedade só pode ser alcançado pelas ações do presente, onde a diversidade de crenças, valores e formas de pensamento são fundamentais para a consolidação de relações humanas mais respeitosas e íntegras, livres de qualquer tipo de preconceito.

Fonte: ONU 07/11/2016

COMPARTILHE
NOTÍCIAS

Emigración irregular, regreso a… 2005

COMPARTILHE

 Aún persisten las mismas condiciones que empujaron a los jóvenes africanos a salir del continente. El año 2013 y los primeros meses de 2014 se han caracterizado, en lo que respecta a los flujos migratorios irregulares en el Mediterráneo, por un cuasi regreso a las mismas situaciones explosivas que se produjeron en las fronteras de las ciudades españolas en Marruecos (Ceuta y Melilla) durante el verano de 2005 y en Malta y Lampedusa (entre 2006 y 2009).

Leia mais...

Nepali workers rescued over working conditions in Jordan

COMPARTILHE

Migrant laborers and an estimated further 500,000 undocumented, $4.2 billion was sent back to Nepal through banking channels alone during the last fiscal year

Leia mais...
BIBLIOTECA

biblioteca

O CSEM possui uma biblioteca especializada em migrações abrangendo em seu acervo aproximadamente 3 mil livros, periódicos e revistas científicas de vários países. 

Para consultar nossa biblioteca online visite o site da biblioteca e pesquise em nosso acervo.Horário de funcionamento: segunda a sexta-feira, das 9h às 17h


Centro Scalabriniano de Estudos Migratórios - CSEM
SRTV/N Edificio Brasília Radio Center
Conj. P - Qd. 702 - Sobrelojas 01/02
CEP: 70719-900 - Brasília - DF / Brasil
Tel/Fax: +55 (61) 3327 0669
O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

twitter   facebook